
Na tarde desta segunda-feira (13), por volta das 17 horas, a Guarnição da Polícia Militar, composta pelo sargento Sandro Evaristo e pelo soldado Felipe da Cruz, foi empenhada em uma suposta ocorrência relacionada à Lei Maria da Penha, na qual um casal estaria em processo de separação, sendo que a mulher encontrava-se no portão central do Quartel da 164ª Companhia, juntamente com sua família, para buscar orientações sobre quais procedimentos adotar.
Ao chegarem à entrada da unidade policial e enquanto orientavam a mulher, os militares perceberam uma movimentação estranha nas proximidades: uma mãe desesperada gritava por socorro perto da esquina.
Diante da situação, os policiais deslocaram-se imediatamente até o lugar indicado e se depararam com a criança já inconsciente.

Prontamente, o soldado Cruz, com a criança em mãos, iniciou as manobras de primeiros socorros, que prosseguiram com o objetivo de fazê-la retomar a consciência. Em ato contínuo, os militares retornaram à viatura policial e embarcaram rapidamente.
O sargento Evaristo, já de posse da chave da viatura, iniciou o deslocamento em direção ao hospital, acompanhado por alguns familiares da criança Maria Rita Cardoso, de 1 ano e 4 meses, dentre eles, a mãe e uma prima.
Em conversa com a genitora da criança, esta relatou que, por volta de meio-dia, a menina havia recebido uma vacina. No momento do ocorrido, ela estaria passeando com mãe em um carrinho de bebê, quando começou a passar mal, provavelmente, em razão de reação à medicação que havia tomado, somada ao quadro de febre. Com base nas informações, foram realizadas outras manobras de reanimação durante o deslocamento.
Já nas proximidades do hospital, a criança encontrava-se inconsciente e sem sinais de respiração. Segundo os militares, aquele foi o momento mais tenso da ocorrência, ocasião em que a mãe passou a rezar e a recorrer à sua fé.
Simultaneamente, foi realizada a abertura das vias aéreas e a ventilação, sendo que, já nos corredores do hospital da cidade, a criança passou a apresentar sinais vitais, como retorno dos movimentos, respiração e sons típicos de bebês.


A criança foi entregue na sala de emergência, onde já se encontravam dois médicos e a equipe de enfermagem, que deram continuidade ao atendimento, com administração de oxigênio e demais protocolos.


Mari Rita permaneceu em observação e, na presente data, encontra-se bem.


















