76bc8ba1-3fd2-43f3-a039-bc3f0edd77a7

BANDIDOS FURTAM GADO NO BAIRRO CAIANA


Indivíduos não identificados furtaram 13 cabeças de gado de uma propriedade rural situada no bairro rural Caiana, em Machado, na madrugada do último dia 19 (domingo). Durante a ação, um dos animais morreu e foi “descartado” pelos bandidos. Um dos bovinos possuía marca de identificação.


De acordo com os dados obtidos pela reportagem da Gazeta, por volta das 5 horas, um genro do pecuarista João Paulo Pereira, da propriedade Angola, teria chegado ao local para tirar leite das vacas e encontrou parte da cerca cortada. Ao vistoriar a área, ele deu falta de vários animais e, rapidamente, entrou em contato com o sogro.


Todo dia, de manhã, tiro leite. E, hoje, o meu gado estava no café. O marido da minha filha veio mais cedo e, na hora de apartar as vacas, lá pelas 6 horas, notou que as cercas estavam todas arrebentadas. Daí, ele me ligou, contou o que viu e eu vim correndo. Ao chegar aqui já me deparei com esse cenário: um boi morto e quatro bezerros presos dentro do curral. Ao vasculharmos a área, descobrimos que eles haviam colocado diversas madeiras em um um embarcador, utilizando algumas madeiras, e deixaram outros no curral. Além disso, percebemos que os bandidos deviam ter saído há pouco tempo, pois haviam rastros recentes de um caminhão”.


Após a constatação, João Paulo procurou a Polícia Militar para registrar o caso em Boletim de Ocorrência. “
Depois de descobrir que haviam levado o gado, fui lá no quartel e fiz o registro. Aí, a Polícia Militar ficou de vir aqui para fazer os levantamentos necessários. Desta forma, tirei o boi morto do local, porque aqui é um lugar que a gente recolhe o gado e se perceber que tem um bicho sem vida, o resto não chega, recua”.


Ainda conforme a vítima, um dos animais possuía uma marca que pode identificá-lo. “
Das 13 cabeças que levaram, só uma tem as iniciais JP marcadas na pele. As outras não têm. Então, as características mais fáceis de identificá-las são referentes às cores e às raças. No dia que dei a queixa na Polícia sobre o roubo, falei que tinham sido oito animais furtados, mas foram mais. Depois que cheguei aqui, fui conferir o gado e descobri que eram 13 cabeças, mais a que morreu. Então, no total, foram 14 animais: oito fêmeas e cinco machos”.


Por fim, João Paulo fez um desabafo e cobrou soluções para o caso. “T
emos que lutar, senão a gente deixa assim e os caras continuam roubando. Sou um trabalhador, pobre, que é ajudado pelo dono da fazenda, mas não sou rico. Todos esses animais que tenho na Fazenda Angola são frutos de muito suor e trabalho. O dono da propriedade me deu uma área para criar o gado. Aí, eu tiro um leitinho, faço um queijo e levo embora. Agora, fui prejudicado por ladrões que vieram aqui e levaram o pouco que eu tinha”.


O Boletim de Ocorrência confeccionado sobre o caso foi encaminhado à Polícia Civil, para que um inquérito seja aberto, a fim de investigar as circunstâncias do crime e tentar identificar os autores.



plugins premium WordPress